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Tudo começou em dezembro de 1980, quando o culto ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes, procissão católica durante muitos anos encampada pelo poder público, através de guarnição da Marinha, viu, de súbito, renegado todo apoio que era concedido pelo Estado.
Logo no primeiro cortejo, após a Proclamação da República, um incidente; dentre os ritos da procissão constava uma salva de 21 tiros de festim que os canhões do Forte de São Marcelo disparavam à passagem do Crucificado, Protetor dos Navegantes. |
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